Um
índio aprisionado em lutas intertribais é levado à
aldeia de seus contrários. Com a notícia de que os guerreiros
retornam com um cativo, os da taba vão todos aguardá-los.
O cativo recebido ao som de flautas feitas com os ossos de outros inimigos,
mortos da mesma maneira como será o novo prisioneiro. Já
na aldeia, lançam-lhe ao pescoço uma corda grossa de algodão.
Pouco depois ele é posto em uma oca e armam-lhe uma rede. À
ele se oferece uma moça a qual lhe dão por mulher: daí
por diante ela tem cargo de cuidar-lhe. Se a mulher tem dele um filho,
criam-no até grande, para mais tarde matarem-no e o comerem quando
julgarem oportuno. - LEIA MAIS - |